domingo, 1 de janeiro de 2012
Agora o tempo resume-se a domingos. Domingos sem lareira, domingos sem espaço para mantas, domingos sem pincéis, domingos sem aromas, domingos sem árvores desfolhadas e folhas por cair, domingos sem nevoeiro luminoso, domingos sem cantorias e afins. Aos domingos, quais rebentos de uniformidade, há não o frio das madrugadas, não os moldes das enchadas, nos domingos há pão com marmelada e chá por fazer.
Agora o tempo resume-se a domingos.
Agora o tempo resume-se a domingos.
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
insultos. gritos. silêncios. lágrimas. insultos. um ambiente caracteristico, familiar. nós podemos sempre negar a bagagem que trazemos. Não temos, necessariamente, de deixá-la de repente. Mas temos de saber quando abrir mão dela. Temos de conseguir definir que não a queremos para nós. Nós não carregamos a nossa bagagem. Nós temos, às costas, na cabeça, na memória e no coração, toda a bagagem carregada, sofrida e pisada, que nos calhou por herança.
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